O café nos deixa mais atentos?

 

 Verdade! Uma xícara de café forte, em jejum, pode produzir em curto espaço de tempo o aumento da acuidade mental e sensorial, além de elevar os níveis de energia, o que nos torna mais atentos.

 

O café vicia?

 

 Verdade! O consumo frequente da bebida pode causar dependência, uma vez que ocorrem adaptações celulares que causam tolerância aos efeitos da cafeína. Pessoas que fazem ingestão crônica de cafeína podem sentir dores de cabeça, ansiedade e nervosismo ao diminuírem a dose.

 

Café faz mal?

 

 Depende! Se consumido moderadamente (até quatro xícaras pequenas por dia, de forma espaçada), o café não faz mal. Ao contrário, promove diversos benefícios. É importante lembrar que tudo em excesso faz mal. Por isso, mesmo que os benefícios do café sejam extensos, os malefícios do café também existem, especialmente quando é consumido acima do recomendado. O excesso de café pode provocar aumento dos níveis de cortisol – o hormônio do estresse que também está relacionado com o aumento do peso, além de desencadear outros efeitos como: aumento da frequência cardíaca e pressão arterial, ansiedade, insônia e redução da qualidade do sono.

 

 Tomar café depois do almoço faz mal?

 

 Verdade! Este hábito pode diminuir a absorção de nutrientes como ferro e cálcio, podendo provocar diminuição da densidade óssea e aumento do risco de osteoporose e anemia.  Dê um intervalo de 1-2 horas para tomar café após o almoço.

 

Aumenta o Bom humor?

 Verdade. A cafeína é uma forte aliada do bom humor, pois ajuda a manter o estado de excitação e de relaxamento. Quem busca por concentração, encontra no café muita energia, porque a bebida possui uma substância que libera adrenalina, provocando estado de alerta e mais disposição. Por isso, quem tem dificuldades para dormir deve degustar o cafezinho com um pouco mais de moderação.​

Medicamento não pode ser tomado com café?

 VERDADE. Não é recomendável tomar nenhum tipo de medicamento com nenhuma outra bebida que não seja água. Café não se deve misturar com medicamento. Mas, na verdade, no caso do café, não é que ele possa causar alguma alteração no seu organismo, como quando tomado com bebidas alcoólicas, mas porque a combinação de efeitos não pode ser legal.

O tipo de preparo do café influencia na saúde?

 VERDADE. Alguns estudos concluíram que o ideal é filtrar o café e reduzir a quantidade de óleo dele e o método utilizado pode diferenciar na quantidade de substância gordurosa que pode ser eliminada da bebida. Hoje existem vários tipos de preparo do café. Seja coado com pano ou papel, ou por prensa, cada um tem uma extração e resultados diferentes.

Veja os principais Mitos e Verdades sobre o Café!

 

Café ajuda a emagrecer?

 

 Mito. O que acontece, neste caso, é que o café modera o apetite, quando você toma a bebida, pode ser que você se sinta saciável por um tempo e não sinta necessidade de ingerir uma grande quantidade de alimento, mas ele não é uma fórmula para emagrecer. Portanto, não tome excessivamente o café achando que vai ficar esbelta, porque não, não vai. A bebida também retarda o cansaço, ou seja, para quem vai fazer alguma atividade física, o café pode ser uma boa opção para estimular a disposição. Causa ânimo e o resultado é um melhor rendimento da atividade.

 

Crianças não podem tomar café?

 

 Mito! As crianças podem, sim, consumir café. Inclusive acabam consumindo cafeína através de outros alimentos, como refrigerante à base de cola, chás gelados e chocolates. No entanto, não é bom exagerar no consumo, já que pode deixar as crianças mais agitadas.

 

Café é antioxidante?

 

 Verdade! Por conter substâncias antioxidantes, que combatem a ação dos radicais livres no organismo, o café pode trazer benefícios para a pele e demais estruturas.

 

Café causa dor de cabeça?

 

 Mito! Por ser vasoconstritora, a cafeína pode ajudar a combater os efeitos dolorosos da dilatação dos vasos sanguíneos da cabeça. Aliás, muitos medicamentos para dor de cabeça contêm, em sua composição, cafeína. No entanto, para pessoas sensíveis à cafeína

 

O café aumenta a performance de praticantes de atividades físicas?

 

 Verdade! A cafeína alivia a fadiga e proporciona mais energia e disposição na hora do treino.

Os diferentes grãos de Café

 

 

 

Tipo Arábica

 

 A planta que dá origem a este tipo de grão é originária da Etiópia. A altitude do local do cultivo faz muita diferença na qualidade do café produzido: quanto mais alto, melhor. Por isso, os grãos cultivados no Brasil, plantados a 1200 metros de altitude, apresentam uma excelente qualidade. O café feito com grãos de Arábica possui 50% menos cafeína, mas seu sabor costuma ser especial e é ideal para a produção das bebidas gourmet.

 

Tipo Robusta

 

 O café feito com este tipo de grão apresenta mais cafeína, portanto, é indicado para quem prefere uma bebida forte e com gosto mais amargo. A planta Coffea Canephora, originária da África ocidental, é cultivada em diversos países, inclusive no Brasil.

 Esta é uma planta que se desenvolve com facilidade em regiões de clima quente e úmido e em altitudes de até 600 metros. O grão originário desta planta apresenta maior resistência a pragas do que o tipo Arábica. Por estas e outras razões, é mais fácil e econômico cultivar plantações de Robusta.

 Um dos usos mais comuns dos grãos de Robusta é nos cafés instantâneos. A adição destes grãos faz com que o café fique mais encorpado e com sabor mais amargo. As bebidas preparadas com estes grãos apresentam finalização prolongada, sabor achocolatado e teor de cafeína que pode variar entre 2 e 4,5%.

Café Bourbon

 

 Uma das mais conhecidas variedades da planta arábica é o tipo Bourbon. Este café é mais popular em países estrangeiros. Entre suas principais características estão a textura achocolatada, a acidez média e o aroma forte. É uma bebida indicada para quem prefere o café com sabor adocicado, com notas aromáticas que lembram o caramelo.

 

 

Café Kona

 

 Esta variedade é cultivada no Havaí, no distrito de Kona. O clima e o solo da região são ideais para as plantações de Arábica, especialmente as áreas próximas aos vulcões Mauna Loa e Hualalai. A bebida feita com grãos de Kona é muito apreciada por quem gosta de cafés gourmet. Há quem considere este o melhor café do mundo.

 

 

Café Catuaí

 

 Para garantir a boa qualidade desta variedade de Arábica, o ideal é que seja plantada a pelo menos mil metros de altitude. Este é um tipo de grão amplamente cultivado no Brasil. O café Catuaí apresenta acidez moderada e dispensa a adição de açúcar.

 

 

Café Acaiá

 

 Os grãos de acaiá são recomendados para quem prefere um café suave, com notas aromáticas que lembram frutas. O café de acaiá apresenta sabor achocolatado e acidez média. Para um sabor mais forte e corpo intenso, este café pode ser harmonizado com grãos de Bourbon.

 

 

Cultivando

  CLIMA E SOLO

 

 Exigências climáticas: Café arábica – Altitude entre 450 a 800 m, temperatura de 18º a 22º C; café robusta – temperatura de 22º a 26º C, altitude de até 450 m. Precipitação anual de 600 a 1500 mm são suficientes para a cultura desde que bem distribuídas.
 

Solo: Deve ter profundidade mínima de 1 m, não ser pedregoso ou excessivamente arenoso, de preferência fértil e de boa drenagem. Áreas de baixada são ináptas ao plantio mesmo com sistema de drenagem artificial.

 

 

 


 FORMAÇÃO DE MUDAS

 

 As sementes ou estacas para formação de mudas devem ser colhidas de plantas matrizes oriundas de cafezais produtivos e isentos de doenças.

 

 Viveiro – Feito com cobertura superior e lateral de sombrite (tela plástica), ou folhas de palmeiras ou ripado. Os recipientes (sacolas plásticas) utilizados no viveiro para mudas de seis meses são de 10 x 20 x 0,006 cm, devendo apresentar furos na sua metade inferior. Para enchimento dos recipientes recomenda-se o substrato: 700 litros de terra (de preferência do subsolo), 300 litros de esterco de curral ou 80 litros de esterco de galinha ou 15 litros de torta de mamona, 5 kg de superfosfato simples, 0,5 kg de cloreto de potássio e 1,5 kg de calcário. É importante tratar o substrato após a mistura com brometo de metila para controlar pragas e doenças.

 Muda de semente – A semeadura pode ser direta nos recipientes ou em germinadores de areia. A semeadura direta é a mais usada e consiste em colocar duas sementes por vaso e após a germinação deixar apenas uma. As mudas desbastadas podem ser repicadas.

 Tratos culturais no viveiro – Irrigação, tendo-se o cuidado de que não haja excesso nem falta de água; adubação foliar nitrogenada após o aparecimento do segundo par de folhas, em duas aplicações com intervalo de 21 dias, eliminação de ervas daninhas e controle químico de insetos e doenças quinzenalmente. Manter as mudas a meia sombra durante o desenvolvimento, retirando-a trinta dias antes do plantio para aclimatação.

 

 Mudas de estaca (clonal) – Na formação de mudas por estaca é indispensável mantê-las em ambiente úmido principalmente no período inicial de enraizamento. Neste sistema, as estacas são mantidas a meia sombra em viveiros com microaspersão ou em estufins que devem ser instalados dentro de um viveiro. As estacas podem ser enviveiradas nos próprios recipientes plásticos. Os tratos fitossanitários, adubação e aclimatação das mudas são os mesmos dispensados para mudas a partir de sementes.

 

 Estacas – São obtidas de ramos ortotrópicos de matrizes selecionadas. Normalmente se obtém de 80 a 95% de pegamento no café conilon. Na formação de mudas por estaca recomenda-se a orientação de um técnico ou obtenção de mudas certificadas de viveiristas credenciados.

 

  PLANTIO:

 

 Escolha da área – Deve ser plana ou suavemente ondulada. Não é aconselhável o uso de terrenos com declividade acima de 18%.

 

 Preparo da área – A depender da cobertura vegetal da área (capoeira, culturas permanentes, pastagens ou culturas anuais)pode ser manual, mecânica ou mista. Em solos compactos a aração deve ser feita à profundidade de 20 a 30 cm.

 

 Espaçamento – Depende de uma série de fatores: cultivar a ser plantada, equipamentos a serem utilizados, topografia da área e fertilidade do solo, entre outros. Os espaçamentos convencionais (abaixo de 2500 plantas/ha) variam de 1.5 a 2,5 m entre plantas e 3,0 a 4,0 m entre linhas.

 

 Coveamento – Deve ser feito manual ou mecanicamente nas dimensões de 40 x 40 x 40cm, separando-se a terra mais fértil retirada da cova para misturar com adubo no momento do plantio das mudas.

 

 Plantio das mudas – Deve ser realizado no período chuvoso com mudas de quatro a seis pares de folhas aclimatadas ao sol. É importante o uso de cobertura morta em volta da muda para manter a umidade do solo e reduzir a competição com ervas daninhas.

 

CULTURAS INTERCALARES E ARBORIZAÇÃO

 

 A cultura intercalar é importante como fonte adicional de rendas durante os dois primeiros anos de formação ou de renovação do cafezal. Culturas intercalares mais indicadas: feijão, milho, soja, amendoim, arroz, abacaxi, batata doce e hortaliças. O número de linhas de culturas intercalares por rua de café depende da cultura a ser feita e do espaçamento do cafezal. É imprescindível a adubação tanto da cultura intercalar como do cafezal.

 A arborização ou sombreamento tem a função de atenuar os extremos climáticos no cafezal. O excesso de sombra reduz drasticamente a produção, por isso o sombreamento deve ser ralo visando cobrir no máximo 1/3 da superfície do terreno. Para árvore de grande porte os espaçamentos devem ser aproximadamente de 30 x 30 m.

 A consorciação de café com outras culturas perenes como no caso da seringueira, coco e abacateiro tem trazido benefícios no aumento da renda total do produtor quando realizada tecnicamente.

TRATOS CULTURAIS

 

 Controle de ervas daninhas – Pode ser feito através de capinas manuais, mecânicas, químicas (herbicidas) ou uma associação entre estas. O método de controle vai depender da topografia, tipo de solo, tamanho da lavoura, espaçamento, custos dos herbicidas, entre outros.

 

 Adubação - Tanto no plantio como nos anos subsequentes deverá ser realizada de acordo com análise química de solo para orientar adequadamente a calagem e a adubação. Entretanto, informações obtidas durante anos em solos de baixa fertilidade sugerem as seguintes recomendações práticas:

 

 Adubação na cova – 150 a 200 g de superfosfato simples, 200 a 300 g de calcário dolomítico, 25 g cloreto de potássio, 5 a 10 litros de esterco de curral ou 3 a 5 litros de esterco de galinha.

 

 Adubação de cobertura – Realizar no período chuvoso. O intervalo entre uma adubação e outra deve ser de 45 a 60 dias. Aplicar anualmente as seguintes doses por cova de plantio.

 

1º ano


 - 5 g N – 3 vezes, aos 2, 4 e 6 meses do plantio.
 - 10 g N e 10 g K2O – 2 vezes, aos 9 e 12 meses após o plantio.

2º ano


 - 15 g N, 4 g P2O5 e 15 g K2O – 4 vezes (junho/julho – setembro – novembro - janeiro/ fevereiro).

 

3º ano


 - 30 g N e 35 g de K2O – 4 vezes (junho a fevereiro).
 - 45 g de P2O5 – 1 vez, junto com a primeira aplicação de N e K2O.

 

 

Adubação Foliar – Realizar duas a três vezes ao ano para corrigir deficiências de micronutrientes. Deverá ser, sempre, realizada de acordo os resultados anuais de análises de solo e folha.

Pragas – O cafeeiro é atacado por várias pragas, sendo as mais limitantes as seguintes:

 Broca do café (Hipothenemus hampei)- Prejudicial em todos estágios do fruto. O controle químico é feito com Endosulfan.

 

 Bicho Mineiro (Perileucoptera coffeella)- É a mais prejudicial depois da Broca, causa drásticas desfolhas em viveiro de mudas e nas lavouras. O controle é realizado com inseticidas fosforados e piretróides. Cochonilhas: ataca principalmente viveiros. Controle com inseticidas fosforados.

 Nematóides - Causam ataque, normalmente, em reboleiras com redução da produção e morte de plantas. É de difícil erradicação. Utilizar medidas preventivas utilizando mudas de boa procedência e evitar plantios em locais infestados onde anteriormente haviam plantações de café.

 

 Doenças – Muitas doenças incidem sobre o cafeeiro nas fases de viveiro e campo.

 

 Ferrugem : causada pela Hemileia vastatrix é a mais grave. O controle químico é feito com aplicação de fungicidas cúpricos.

 

 Cercosporiose : Também conhecida por Mancha de olho pardo causa desfolha em plantações e viveiros. Controle preventivo: evitar viveiros em locais úmidos e utilizar substratos ricos na formação das mudas. Controle químico: com fungicidas cúpricos.

 

 Rizoctoniose:  Conhecida por doença do “tombamento” é comum em viveiros. Controle preventivo: evitar sua formação em locais com alta umidade e muito sombreados. Controle químico com fungicidas cúpricos.

 

 Poda – É uma prática que requer muitos cuidados. É utilizada para corrigir o fechamento do cafezal, o qual provoca queda de produção, dificulta os tratos culturais e colheita. É também importante na eliminação de ramos pouco produtivos.

 A poda pode ser:

► De formação (2º a 3º ano),

► Produção (a partir dos 3 anos) 

► Poda de renovação (recepa da parte aérea da planta a uma altura de 20 a 40 cm do solo).

 

 


COLHEITA E BENEFICIAMENTO

 

 Colheita – Deve ser iniciada quando a maior parte dos frutos estiverem maduros. Em geral, quando se tem 70% dos mesmos na fase denominada de cereja. O café verde causa prejuízo quanto ao tipo e qualidade da bebida e interfere no valor do produto. A colheita no país é feita praticamente por derriça no pano ou no chão.
 

 Produção – Rendimento do café Conilon (sacos beneficiados/ha) em lavouras bem conduzidas:

 


► 2º ano - 8 scs 
► 3º ano - 25 scs
► 4º ano – 40 scs 
► 5º ano – 60 scs.

 

Beneficiamento – A secagem pode ser feita em terreiros ou com auxílio de secadores. A massa de café durante a secagem não deve alcançar temperatura superior a 45º C.

 A umidade ideal para armazenamento é de 13%.

 

Perivaldo Mariano Santos
Engenheiro Agrônomo, MS

Ceplac/Cepec

Café
Coffea

Café

Coffea

O café é a bebida mais popular do mundo!

   Sendo originário da Etiópia, a planta foi cultivada pela primeira vez pelos árabes - por isso a denominação “Coffea arabica”, nome científico da mais importante espécie de café.

 No início do século XVII foi levado à Europa, entrou pelo porto de Veneza, na Itália, passou à Holanda, França, Inglaterra e Alemanha e então seu consumo foi difundido por todo o continente.

 Os primeiros pés de café no Brasil foram plantados em 1727, provenientes da Guiana Francesa. Atribui-se ao oficial português Francisco de Mello Palheta a responsabilidade de ter trazido a planta ao Brasil. A partir de 1830, as plantações de café estenderam-se em São Paulo, adquirindo importância cada vez maior para a economia nacional. O café é importante fonte geradora de renda e empregos no país: na lavoura, na indústria e no comércio.

 A cafeicultura é uma atividade de grande importância no cenário do agronegócio brasileiro. No Brasil são mais de trezentos mil cafeicultores e, além do setor produtivo, a comercialização movimenta considerável número de pessoas. Do ponto de vista comercial, as duas espécies de café de maior importância são a Coffea arabica L., ou arábica, e a Coffea canephora P., ou conilon.

 A espécie C. arábica, recebendo tratos culturais adequados e seus frutos colhidos em estádio maduro, com ausência de ferimentos e injúrias, gera uma bebida com potencial de qualidade máxima, proporcionando nuances variadas, aromas e sabores finos e agradáveis, apresentando boa aceitação no mercado. Por outro lado, a espécie C. canephora pode oferecer como vantagens maior capacidade de produção, menor aplicação de insumos e defensivos, e maior rendimento de xícara. Entretanto, as desvantagens desta espécie são: menor desenvolvimento de aroma e sabor, e aceitação mais restrita nos mercados de cafés. 

Confira alguns benefícios do café :

  Benefícios Nutricionais do café: O café praticamente não tem calorias, porém ele é uma grande fonte de cafeína que constitui cerca de 95% . Além disso, o café contém algumas vitaminas e minerais como o Sódio, Tiamina, Niacina, Ácido fólico, Fósforo, Magnésio, Manganês, Potássio e Riboflavina. Lembre-se que o café contém cerca de 1.000 tipos de compostos químicos e é uma excelente fonte de antioxidantes.

 

  diabéticos: Estudos realizados mostraram que o Café faz maravilhas para os pacientes diabéticos. O café contém ácido clorogênico e trigonelina alcaloide que auxiliam na redução de glicose e da insulina. Além disso, ele é útil para os pacientes diabéticos tipo 2, logicamente sem o açúcar.

 

  Previne o Câncer: O café tem propriedades anti-cancerígenas. A presença de ácido clorogênico, ácido cafeico e os fitoestrógenos ajudam na redução dos riscos de câncer de mama, de faringe, de fígado e o câncer da próstata.

 

  Perda de Memória: O Café melhora a memória e ajuda a prevenir a demência e a doença de Alzheimer em pessoas idosas. Pois ele ajuda a bloquear os efeitos de um neurotransmissor chamado adenosina.  O bloqueio dos efeitos da adenosina ajuda a aumentar a eficiência dos neurônios do cérebro que libertam neurotransmissores como a dopamina e norepinefrina. Eles ajudam a melhorar o humor e alivia o stress. Além disso, o café mostrou ser capaz na redução da Doença de Parkinson.

  Para o Fígado: O consumo de café ajuda a melhora a eficiência do fígado. Pois ele reduz o risco de colangite esclerosante primária, que pode levar a cirrose do fígado e insuficiência hepática, em última análise. Ele também reduz a ocorrência de carcinoma hepatocelular, que é uma forma de câncer de fígado.

Outros Benefícios:

 ► O café contém uma grande quantidade de antioxidantes e, assim, auxilia no fortalecimento da imunidade.

 

 ► O café contém cafeína, que ajuda a combater dores de cabeça e enxaquecas. Ele também provoca o efeito de captação gastrointestinal em analgésicos.

 ► Ele ajuda a melhorar o humor, aliviar o stress e as funções cognitivas, tais como tempo de reação, a memória verbal incidental, e raciocínio visuospatial.

 

 ► Ocorrência de cálculo biliar na bexiga pode ser significativamente reduzidos pela ingestão de cafeína.

 ► A cafeína pode ajudar na prevenção da constipação e facilitando os movimentos intestinais. Ela estimula o movimento dos músculos, ajudando assim na evacuação eficiente.

 ► O café contém tanino que pode ajudar na remoção das placa e ajuda a melhorar a saúde dental.